Sindicato mobiliza setor para

gerar empregos


Chiquinho coordena reunião com representantes de padarias em Osasco

O Sindicato dos Padeiros de São Paulo está agindo há vários anos pela defesa do emprego da categoria. Foi por isso que mobilizamos a categoria e os donos de padaria em uma reunião ampla em Osasco e em Santo André para por um fim às padarias clandestinas, à fabricação ilegal de pães, à venda de pães em supermercados e se buscar financiamentos para o setor.

Ao mesmo tempo estamos discutindo com os setores mais esclarecidos do patronato para que invistam na modernização de suas padarias e na geração de empregos, sendo para tanto, fundamental créditos com acesso e juros facilitados.

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Panco: Assembléia analisa acordo

Em assembléia realizada no dia 28 de fevereiro, os trabalhadores da Panco receberam do Sindicato informações atualizadas sobre o acordo coletivo de trabalho. A assembléia foi realizada na Associação dos Amigos do Burgo Paulista, um salão próximo a empresa.

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8 de março

Dia Internacional da Mulher

No setor de panificação e confeitaria a presença de mulheres trabalhadoras cresce sem parar: somos mais de um terço de todos os trabalhadores da indústria! Reconhecemos, entretanto, que o Sindicato precisa avançar no trabalho entre as mulheres, ampliar o número de sindicalizadas, para que sejam valorizadas enquanto trabalhadoras, recebam melhores salários, tenham seus direitos e dignidade respeitados.   Já contamos com o Departamento das Mulheres, formado no 8 de março do ano passado.

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Colônia de Férias

A Colônia de Férias dos Padeiros em Caraguatatuba está esperando você e sua família. Ainda dá tempo de curtir esse verão com muita qualidade e preços bem econômicos. A Colônia conta com quartos confortáveis, quadra de esportes, piscina, salão de jogos, churrasqueira e playground.

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Fora da Lei

A fiscalização nas empresas continua. Não vamos dar trégua para empresas que prejudicam os trabalhadores. É o caso da Panificadora Letícia da Cerro Corá. Nesta empresa os trabalhadores não recebem pelas horas extras, não têm horário estabelecido para almoço e não tem CIPA . Uma vergonha. Os trabalhadores estão trabalhando 54 horas semanais quando tinham que trabalhar 40.

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